quarta-feira, 30 de outubro de 2013

GRUPO TEATRAL MONTAGEM MONTA NOVO ESPETÁCULO DE TEATRO EM PATOS

O Grupo Teatral Montagem de Patos está preparando um novo trabalho para 2013-2014, trata-se da peça A FARSA DO ADVOGADO PATHELIN que deve entrar em cartaz no mês de dezembro com estréia programada pa Patos. A peça é uma comédia e conta a historia de um advogado atrapalhado e trapaceiro que engana os seus clientes prometendo lhes proporcionar jantares na sua casa e quando os mesmos chegam a sua acasa o mesmo cria de repente uma doença, o mesmo conta com ajuda da sua esposa que não fica atrás na arte de enganar as pessoas. O texto é de um autor europeu e traduzido e tem a direção da teatrológa Rosalia Marques e um grande elenco formado por atores experientes, como também com atores iniciante. Aguardem
Bem meus amigos, depois de um longo tempo afastado e sem postar mais nada no nosso blog, agora estamos de volta e hoje vamos postar uma reportagem sobre o projeto AS RAIZES ou seja um grupo de dança lá da cidade de Jurú-pb, onde o pessoal lá conseguiram aprovar o seu Projeto de dança no FIC - Fundo de Incentivo a Cultura da Paraiba e nós estivemos lá na ultima sexta feira dia 25 de Outubro de 2013 prestigiando a mais uma etapa executada por este projeto que tem a coordenação do nosso amigo Zé Carlos, grande ativista cultural daquela região. Ficamos impressionado com o que vmos lá com o trabalho desenvolvido por Zé Carlos e sua equipe.






terça-feira, 10 de julho de 2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012



Augusto Boal: uma trajetória revivida

Augusto Boal e o Teatro do Oprimido em Paris. Cedoc-Funarte
Augusto Boal e o Teatro do Oprimido em Paris. Cedoc-Funarte

Mídias deste texto

Imagens (11 imagens)

Homem que fez do amor pelo teatro o condutor de sua trajetória de vida, Augusto Boal ganhou reconhecimento internacional a partir da criação do Teatro do Oprimido, metodologia que coloca a arte a serviço da inclusão social. O trabalho, que nasceu a partir dos anos de exílio na América do Sul e rendeu frutos na Europa na década de 70, chegou ao Brasil nos anos 80 fortalecido. Aqui ganhou abrigo e foi aplicado com êxito a fim de gerar benefícios em diversas áreas, da saúde mental ao sistema penitenciário. Toda a experiência do autor e diretor teatral ao longo desses anos rendeu inúmeras e reconhecidas publicações, um campo de conhecimento vasto que continua a dar frutos: último livro escrito por Augusto Boal antes de sua morte, A Estética do Oprimido celebra uma parceria entre a Funarte, o Ministério da Cultura e a Editora Garamond.
Desde já considerado o testamento estético do autor, o livro traz a público as experiências dos laboratórios teatrais do Teatro do Oprimido e situa o teatro como agente transformador. É uma oportunidade rara de se conectar ao pensamento do homem que contribuiu de forma definitiva para a criação de um teatro que retratasse o Brasil, que desse voz e rosto verdadeiros ao país, graças às peças de forte cunho contestador que dirigiu no revolucionário Teatro de Arena durante os anos 50 e 60.
O convite a esta viagem no tempo está feito e, para ela,  contamos com participações especialíssimas de artistas que cruzaram o caminho de Augusto Boal, num tempo em que mudar o mundo através da arte era, antes de sonho, uma necessidade. É o que revelam,  neste vídeo  especialmente produzido pela Funarte para relembrar a trajetória do diretor e dramaturgo, os emocionantes depoimentos de Lima Duarte e Milton Gonçalves, que no Arena foram dirigidos por Boal no mítico espetáculo Arena Conta Zumbi, e como deixa claro o relato emocionado de Paulo José, para quem Boal foi “um mestre, um mago, incansável, dedicado integralmente a pensar teatro”.
É o próprio Paulo José quem lembra que, do final dos anos 50 ao final dos anos 60, o Teatro de Arena de São Paulo fez uma verdadeira revolução no teatro brasileiro. Foram tempos ainda do lendário show Opinião que, no Rio de Janeiro, dirigido por Boal, revelou para o mundo nomes como o da então estreante Maria Bethânia. Nosso resgate à memória vasculha também o pensamento do diretor Zé Renato, mentor artístico do Arena e grande parceiro de Boal. Coordenadora do Centro de Teatro do Oprimido, Helen Sarapeck é mais uma voz a dimensionar a importância de Boal para o teatro brasileiro. Bom passeio.
Saiba mais:

Fique por dentro:

Compartilhe!

Caro usuário, você pode utilizar as ferramentas abaixo para compartilhar o que gostou.

Warning: array_keys() [function.array-keys]: The first argument should be an array in/var/www/funarte/brasilmemoriadasartes/wp-content/themes/brasil-memoria-das-artes/php/libs/bitly.class.php on line 334

“Sua Incelença, Ricardo III” faz turnê nas regiões Norte e Nordeste

Espetáculo do Grupo Clowns de Shakespeare estreia, em Teresina (PI), no dia 17 de junho

Publicado em 15 de junho de 2012ImprimirAumentar fonte
“Sua Incelença, Ricardo III” – Foto: Divulgação
“Sua Incelença, Ricardo III” – Foto: Divulgação
O grupo potiguar Clowns de Shakespeare apresenta o espetáculo Sua Incelença, Ricardo III em quatro capitais das regiões Norte e Nordeste. A estreia será em Teresina (PI), no dia 17 de junho. Depois, a peça segue para São Luís (MA), onde será encenada no dia 20; Belém (PA), no dia 23 e Palmas (TO), no dia 26.
Baseado no drama histórico Ricardo III, de William Shakespeare, Sua Incelença, Ricardo III foi um dos vencedores do Prêmio ProCultura de Estímulo ao Circo, à Dança e ao Teatro, realizado pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) e da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Nesta montagem, a peça ganha as ruas através do universo lúdico do picadeiro do circo, dos palhaços mambembes, das carroças ciganas, criando uma ponte entre o sertão nordestino e a Inglaterra Elisabetana.
O figurino e a música também evidenciam essa miscelânea de cultura e época, que marcam o espetáculo. No figurino, indumentárias nordestinas de couro, cipó e outros materiais típicos da região se misturam às sedas e tecidos nobres de diversos países. E, na música, a peça traz desde o rock britânico do Queen até Luiz Gonzaga, uma das maiores expressões do cancioneiro popular nordestino.
Além da encenação do espetáculo, em cada cidade, o grupo irá promover uma vivência artística com o público e relançar a 1ª edição da Revista Balaio. Todos os eventos são gratuitos. Em julho, na etapa final do projeto, as apresentações serão nas cidades de Fortaleza (CE) e Mossoró (RN).
Sobre o espetáculo
Dirigido por Gabriel Villela, o espetáculo do grupo Clowns estreou em novembro de 2010, no Rio Grande do Norte, passando pelas cidades de Natal, Santa Cruz, Assu e Currais Novos. Sua estreia nacional aconteceu na 20ª edição do Festival de Teatro de Curitiba, em março do ano passado, e, desde então, Ricardo III já circulou por grande parte do país, participando de importantes festivais de teatro como 18º POA em Cena e o Tempo Festival, no Rio de Janeiro, onde foi encenado no Complexo do Alemão. Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Goiás também já prestigiaram o espetáculo.
Em janeiro de 2012, os Clowns embarcaram para o Chile, onde participaram com Sua Incelença, Ricardo III do Festival Internacional Santiago a Mil 2012. O grupo realizou oito apresentações do espetáculo nas cidades de Talca, Antofagasta e na capital, Santiago.
Sobre o Grupo Clowns de Shakespeare
Fundado em 1993 em Natal, no Rio Grande do Norte, o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare desenvolve um trabalho de pesquisa teatral com foco na construção da presença cênica do ator, musicalidade da cena e do corpo, e no teatro popular, sempre numa perspectiva colaborativa. Mesmo sem trabalhar diretamente com palhaço, a técnica do clown está presente na sua estética.
Sua Incelença, Ricardo IIIContemplado no Prêmio ProCultura de Estímulo ao Circo, à Dança e ao Teatro – Categoria: Produção Artística
Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare
Direção: Gabriel Villela
17 de junho – Teresina (PI)
20 de junho – São Luís (MA)
23 de junho – Belém (PA)
26 de junho – Palmas (TO)

Capital mineira recebe 11º Festival Internacional de Teatro Palco & Rua – FIT-BH

De 9 a 24 de junho, a maior edição do FIT-BH apresenta mais de 150 espetáculos, de 13 países, a preços populares

Publicado em 21 de junho de 2012ImprimirAumentar fonte
Post_FIT 2012 – espetaculo Abito
Espetaculo "Abito" - Itália
Belo Horizonte sedia a 11ª edição do Festival Internacional de Teatro Palco & Rua (FIT-BH), de 9 e 24 de junho. Considerado um dos maiores festivais internacionais de teatro do país e um dos cinco principais da América Latina, o festival é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte e tem apoio da Funarte. Nesta edição, o evento reúne 41 espetáculos, sendo 19 internacionais e 22 nacionais, dos quais 12 são da capital mineira. Ao todo, são 154 apresentações, com ingressos a preços populares, e muitas atividades paralelas, de pesquisa e formação.
Esta é a maior edição do FIT, desde sua criação, há 18 anos. Cerca de 60 diferentes teatros e espaços alternativos da cidade abrigam o FIT – inclusive parques e praças. Entre eles, estão os teatros do Complexo Cultural Funarte MG. Nestes locais, todas as apresentações são gratuitas. Há ações previstas nos 16 Centros Culturais do município, em todas as suas regiões administrativas.
Espetáculos de 13 nacionalidades estão na agenda: Argentina, Itália, França, Inglaterra, Espanha, Israel, Peru, Chile, Colômbia, República Tcheca, Alemanha, Guatemala e Brasil. O festival convidou 358 artistas, representantes de culturas de vários países e tendências para favorecer a descentralização dos pólos culturais tradicionais, concentrados somente em alguns países e em grandes cidades, bem como a diversificação dos modelos tradicionais de produção teatral.
O 11ª FIT-BH é focado no próprio conceito de teatralidade e em como ele se desloca para as suas fronteiras, sejam sejam geográficas ou culturais e entre as artes. O evento foi criado para não ser somente uma série de apresentações, mas sim uma fonte de reflexão sobre o teatro e a produção cultural atual. Estes conceitos orientaram a programação. Além disso, para os realizadores, a principal marca do festival é sua diretriz de formação, pesquisa e experimentação, como dimensões permanentes do processo de criação artística. O projeto do FIT foi construído sobre três bases: o intercâmbio do teatro com outras linguagens artísticas, o teatro em diálogo com o espaço urbano e a quebra de fronteiras – tendências da cultura contemporânea. Com este foco, o festival proporciona a colaboração multicultural entre os artistas. Segundo os idealizadores da versão 2012, o teatro deve ser tambem uma plataforma de debate sobre os usos do espaço público. O reflexo disto é a distribuição dos espetáculos, nas várias regiões da cidade, e a valorização da rua como espaço cênico.
Uma estreia no Festival - Pela primeira vez uma edição do FIT contempla uma estreia nacional: a do espetáculo protagonizado pelo paraense Cacá Carvalho, “Um, nenhum e cem mil”. Ele é baseado em obra do escritor Luigi Pirandello, sob direção do também italiano Roberto Bacci. O encenador oferece ainda uma homenagem a Fernando Pessoa, com a adaptação teatral de “O Livro do Desassossego”, na peça “Abito”, e, levando ao palco as múltiplas personalidades do poeta português, no espetáculo de rua “Lisboa”. Nele coletivo da Fondazione Pontedera Teatro (Itália), que Bacci integra, os atores cantam, declamam poemas e pedalam em bicicletas.
Atividades Especiais – Como nas edições anteriores, ações paralelas estão programadas no FIT 2012, com ênfase em formação, pesquisa e experimentação. A agenda especial conta com as seguintes atividades: FIT – Conexões Locais, FIT – Conexões Externas, FIT-Escola, FIT – Oficinas, Revista FIT 2012, Mostra Movimentos Urbanos e Ponto de Encontro. As novidades deste ano são: o CINE FIT – Fronteiras Cinematográficas, a TV FIT, a Virada Teatral FIT. Acesse aqui informações sobre estas atividades especiais.
A Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (APPA) é correalizadora do FIT, que tem patrocínio da Petrobras, Oi e Correios, além do apoio da Funarte e do Oi Futuro.
Sobre o Festival Internacional de Teatro – criado há 18 anos, o FIT – BH é tido como o maior e mais consolidado evento do calendário cênico da capital mineira. É realizado bienalmente pela Prefeitura da cidade, com parceria do setor privado, por meio de captação de recursos via leis de incentivo à cultura. A iniciativa é direcionada para aliar qualidade e diversidade de linguagens e investir na formação, na democratização de acesso à cultura e na projeção de Belo Horizonte, inserindo-a no circuito nacional e internacional das artes.
Números da versão 2012 – Espetáculos: 19 internacionais e 22 nacionais, sendo 10 deles locais; 13 Países; 6 estados do Brasil: 9 regiões da cidade; 60 espaços da cidade; 143 apresentações: (59 de rua); 36 em espaços alternativos e 16 em centros Culturais); 358 artistas: (165 internacionais, 146 nacionais e 47 locais); 64 pessoas envolvidas na produção.
11º Festival Internacional de Teatro Palco & Rua – FIT – BH
9 a 24 de junho de 2012
Belo Horizonte (MG)
Locais: diversos teatros, espaços alternativos e logradouros públicos da cidade
Patrocínio Petrobras, Oi e Correios
Apoio: Fundação Nacional de Arte (Funarte) e Oi Futuro
Incentivo: Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais
Realização: Prefeitura de Belo Horizonte / Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte
Correalização: Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (APPA)
Curadoria: Marcelo Bones

MONOLÓGOS. A HORA DO ATOR SOLITÁRIO


O mês dos monólogos na Funarte MG

Vencedor do Edital de Ocupação do Galpão 3 traz à cena atores solitários

Publicado em 3 de julho de 2012ImprimirAumentar fonte
A Descoberta das Americas Foto Debora Amorim
A Descoberta das Américas - Foto: Débora Amorim
Ainda pouco explorados por festivais e mostras teatrais, os monólogos têm grande poder de comunicação com o público. A solidão do ator em cena, que se apoia basicamente no texto e em seu próprio corpo, é capaz de cativar, por sua aparente fragilidade, a mais resistente das plateias.
Durante o mês de julho, na Funarte MG, cinco diferentes espetáculos demonstram as várias possibilidades que os monólogos oferecem. Muito diferentes umas das outras, as montagens exploram temáticas infantis, dramáticas, lúdicas, históricas, trágicas, reflexivas e, até mesmo, dedicadas aos primeiros anos de vida de uma pessoa.
Abrindo o mês, dois coletivos mineiros apresentam espetáculos voltados para o público adulto. Com mais de 20 anos de trajetória, o Grupo Teatro Andante apresenta seu Olympia. Dirigido por Marcelo Bones e protagonizado e concebido por Angela Mourão, os fundadores do grupo, o solo é dedicado à Dona Olympia, personagem real que vagou por muitos anos pelas ladeiras de Ouro Preto. Traz à cena suas narrativas que quebram limites entre verdade, delírio e sonho, profundidade, graça e leveza.
Outro coletivo mineiro, a Asterisco Cia de Teatro, apresenta seu Roleta Russa, monólogo deWester de Castro. O espetáculo também se apoia em uma figura real, um dos nomes mais importantes do teatro moderno: Bertolt Brecht. Em uma estrutura pós-dramática, a encenação convida o espectador a criar sua própria costura entre diversas narrações.
Na terceira semana do mês, o grupo Celeiro de Antas, do Distrito Federal, apresenta duas montagens dedicadas ao público infantil, as duas dirigidas e encenadas por José Regino. A primeira, Pananã (codirigida por Hyandra Lo) é direcionada a bebês de 6 meses a crianças de 4 anos de idade.  Mestre em Arte pela UNB, José Regino baseou a pesquisa do espetáculo (o segundo que o grupo concebe destinado a essa faixa etária) nas limitações físicas, ações e reações dos bebês. Uma proposta absolutamente inovadora e um estímulo à curiosidade e à atenção.  Para crianças um pouco maiores e também para adultos, Quero ser igual a eles é umahomenagem a artistas circenses que mistura, de forma lúdica, referências ao palhaço com uma estrutura dramática não-convencional e critica a ideia do novo pelo novo e da originalidade a qualquer custo.
Fechando a programação, Júlio Adrião encena o espetáculo pelo qual recebeu o Prêmio Shell de melhor ator.  Em A descoberta das Américas, dirigido por Alessandra Vanucci e já com mais de 250 mil espectadores, Adrião realiza um irretocável trabalho de atuação, elogiado por crítica e público, para contar a história de um malandro que embarca em uma das caravelas de Colombo em direção à América.
Três oficinas gratuitas completam a grade do mês. Antonio Hildebrando, professor da Escola de Artes Cênicas da UFMG ministra oficina de dramaturgia, que visa produzir e analisar obras de diferentes formas dramatúrgicas. Júlio Adrião conduz oficina sobre o trabalho do ator nos solos narrativos.
Visando à formação de público, o Projeto Artes Cênicas Mês a Mês se aproxima das escolas da cidade oferecendo, a cada mês, atividades exclusivas. Em julho, mês das férias escolares, o projeto será voltado para os educadores, oferecendo não um espetáculo mas sim uma oficina de teatro para professores de BH, com Ricardo Carvalho Figueiredo, mestre pela Faculdade de Educação da UFMG. As inscrições devem ser feitas com o envio de carta de interesse para o e-mail grupooriundo@gmail.com.
PROGRAMAÇÃO DE JULHO – mês dos monólogos
  • ESPETÁCULOS
OLYMPIA
Grupo Teatro Andante
Direção: Marcelo Bones | Classificação etária: 14 anos | Duração do espetáculo: 60 minutos
7 e 8 de julho – sábado às 20h e domingo às 19h
O espetáculo se baseia na história da andarilha mais famosa do Brasil, que viveu em Ouro Preto, de 1889 a 1976, e encantava turistas, estudantes e artistas contando, de maneira divertida e engraçada, casos da história do Brasil, de Minas e de Ouro Preto. Ela se dizia amiga de Rita Lee e Vinicius de Morais, noiva de Dom Pedro II, amante de Chico Rei e colaboradora de Tiradentes.
ROLETA RUSSA
Asterisco Cia de Teatro
Direção: Wester de Castro | Classificação etária: 12 anos | Duração do espetáculo: 55 minutos
14 e 15 de julho – sábado às 20h e domingo às 19h
A sala tem a porta aberta. Entra-se. Móveis e janela. Do lado de fora se vê o cemitério. O Sr. B. morava ali. Foi enterrado ali. O seu fantasma agora assombra e, com o susto, muitas histórias surgem. Roleta Russa é uma delas.
PANAPANÃ(teatro para bebês)
Celeiro das Antas
Direção: Zé Regino e Hyandra Lo | Classificação etária: 6 meses a 4 anos | Duração do espetáculo: 30 minutos
21 de julho – sábado às 16h
O espetáculo narra as experiências da personagem Zambelê, que “se” desperta ao observar o ambiente que o cerca e cria a sua própria lógica ao interagir com o mundo, aprender com ele e ao modificá-lo. Ao se deparar com uma borboleta, e persegui-la até alcançá-la, ele descobre as consequências de suas ações, medos e tristezas.
QUERO SER IGUAL A ELES(espetáculo para crianças)
Celeiro das Antas
Direção: Zé Regino | Classificação etária: livre | Duração do espetáculo: 60 minutos
22 de julho – domingo às 16h
Após ser abandonado por todos do circo, o palhaço Zambelê, que trabalha como contrarregra e assistente de picadeiro, faz o possível e o impossível para se mostrar competente e manter o espetáculo da companhia. Apesar de tanto esforço, o máximo que consegue é imitar os artistas que ele tanto admira.
A DESCOBERTA DAS AMÉRICAS
EmCartaz Empreendimentos Culturais
Direção: Alessandra Vanucci | Classificação etária: 14 anos | Duração do espetáculo: 90 minutos
28 e 29 de julho – sábado às 20h e domingo às 19h
O monólogo, texto de Dario Fo, adaptado e interpretado por Julio Adrião, conta a história de Johan Padan, um sujeito que narra os fatos que se sucederam lá pelos idos de 1492, quando embarcou em Sevilha numa caravela de Cristóvão Colombo. O malandro e fanfarrão se vira contando vantagens, sempre em fuga da fogueira da Inquisição.
ESPETÁCULOS ADULTOS – R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)ESPETÁCULOS INFANTIS – R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada)
Postos de Venda
Funarte MG (Rua Januária, 68 – Floresta – BH) 1 hora antes do espetáculoPosto Sinparc Mercado das Flores: Qua a Sáb: 13h às 18h30 | Dom 13h às 17hPosto Sinparc FNAC BH Shopping: Seg a Sáb: 10h às 20h | Dom 12h às 18hInternet: www.ingressobh.com.br (consulte no site sobre taxa de conveniência)
  • OFICINAS
DRAMATURGIA
Professor: Antonio Hildebrando
10 vagas | 12 a 15 de julho
Quinta-feira a domingo | 9h às 12h
Gratuito mediante inscrição. Para se inscrever é necessário enviar carta de interesse para o e-mailgrupooriundo@gmail.com
Na oficina pretende-se, a partir do conhecimento dos elementos constituintes e das principais diferenças entre a dramaturgia da forma dramática e a da forma épica do teatro, produzir e analisar breves textos dramatúrgicos.
SOLO NARRATIVO – O ATOR SEM REPRESENTAÇÃO
Professor: Julio Adrião
20 vagas | 28 a 31 de julho
Sábado a terça-feira | 9h às 12h
Gratuito mediante inscrição. Para se inscrever é necessário enviar carta de interesse para o e-mailgrupooriundo@gmail.com
A atividade visa desenvolver a ideia de adaptação de texto à boca do ator/narrador/performer. Este processo ocorre à medida que o ator domina o enredo e, aos poucos, vai encontrando palavras, sons e gestos próprios que darão forma a essa adaptação. Tudo isso por meio de experimentação, repetição, observação, desprendimento, disciplina e perseverança.
PROJETO ESCOLA
Professor: Ricardo Carvalho Figueiredo
20 vagas |12 a 27 de julho
Quintas e sextas-feiras, de 18h às 22h
Visando à formação de público, o Projeto Artes Cênicas Mês a Mês se aproxima das escolas da cidade oferecendo, a cada mês, atividades exclusivas. Em julho, mês das férias escolares, o projeto será voltado para os educadores oferecendo, gratuitamente, uma oficina de teatro para professores de BH.
Para se inscrever, os educadores interessados devem enviar carta de interesse para o e-mailgrupooriundo@gmail.com
LOCAL: Funarte MG(Rua Januária, 68, Floresta – BH)Informações para o público: 31 3213 3084